Pesquisa sugere salário mínimo de R$ 2,2 mil em CG
Uma
pesquisa apresentada na manhã desta terça-feira (9) sugere que para
custear o crescimento acumulado da inflação em Campina Grande, o
trabalhador campinense deveria ter em 2013 um salário mínimo de R$
2.256,95. O estudo foi elaborado pelo Serviço de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas da Paraíba (Sebrae-PB), Associação Comercial de
Campina Grande (ACCG) e Grupo 6 Sigma.
Conforme os órgãos, o campinense gasta 87 horas de trabalho mensais e cerca de 40% do seu salário para custear despesas com a cesta básica. O salário mínimo atual é de R$ 678.
Para o pesquisador Pedro Coelho, que assina a pesquisa, este é o pior indicador dos últimos cinco anos. "Em 2013 o trabalhador campinense vai trabalhar aproximadamente 87 horas para obter a porção necessária para se alimentar. Este resultado se iguala ao pior dos últimos anos, verificado em 2008. O campinense precisa trabalhar 18 horas a mais que em março de 2012 para adquirir a porção mensal necessária para sua sobrevivência", pontuou.
Entre 2008 e 2012, verificou-se no estudo um aumento de 37,3% no valor da cesta básica em Campina Grande, com valor atual de R$ 268,65. A alta foi puxada pela farinha (186%), tomate (177%) e banana (154%), que alavancaram a inflação apenas no período do último ano. "Entre 2008 e 2012 o açúcar apresentava maior crescimento acumulado. Em apenas um ano, a farinha, o tomate e banana, superaram todas as previsões", cita o estudo.
De acordo com o valor da cesta básica esperado com a inflação e o valor verificado com efeitos da seca, a pesquisa Sebrae/6Sigma/ACCG estima que a perda individual do trabalhador campinense por mês em 2013 é de R$ 60,60. Com isso, o estuda indica que a perda anual das famílias campinenses chegará a um valor total de R$ 241.249.563,40 no final do ano.
Conforme os órgãos, o campinense gasta 87 horas de trabalho mensais e cerca de 40% do seu salário para custear despesas com a cesta básica. O salário mínimo atual é de R$ 678.
Para o pesquisador Pedro Coelho, que assina a pesquisa, este é o pior indicador dos últimos cinco anos. "Em 2013 o trabalhador campinense vai trabalhar aproximadamente 87 horas para obter a porção necessária para se alimentar. Este resultado se iguala ao pior dos últimos anos, verificado em 2008. O campinense precisa trabalhar 18 horas a mais que em março de 2012 para adquirir a porção mensal necessária para sua sobrevivência", pontuou.
Entre 2008 e 2012, verificou-se no estudo um aumento de 37,3% no valor da cesta básica em Campina Grande, com valor atual de R$ 268,65. A alta foi puxada pela farinha (186%), tomate (177%) e banana (154%), que alavancaram a inflação apenas no período do último ano. "Entre 2008 e 2012 o açúcar apresentava maior crescimento acumulado. Em apenas um ano, a farinha, o tomate e banana, superaram todas as previsões", cita o estudo.
De acordo com o valor da cesta básica esperado com a inflação e o valor verificado com efeitos da seca, a pesquisa Sebrae/6Sigma/ACCG estima que a perda individual do trabalhador campinense por mês em 2013 é de R$ 60,60. Com isso, o estuda indica que a perda anual das famílias campinenses chegará a um valor total de R$ 241.249.563,40 no final do ano.
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